Autor: Reginaldo Osnildo

  • Se você não aparece, você vira ‘opção’ — e opção vira preço

    Quando você não constrói presença, o cliente não enxerga diferença. E quando não existe diferença percebida, a escolha vira comparação rasa: preço, prazo, “quem responde mais rápido”. Aparecer no digital, com ética, é criar contexto: mostrar critérios, ensinar o básico, deixar claro o seu posicionamento. Isso tira você da guerra de preço e coloca você…

  • O cliente não contrata o melhor advogado. Contrata o mais confiável

    Muita gente confunde competência com contratação. Mas no digital, antes de qualquer currículo, o cliente percebe uma coisa: confiança. E confiança nasce de clareza, consistência e presença — não de ostentação, nem promessa. Se você não aparece, o cliente não tem material pra confiar. Aparecer com ética é construir reputação, não “se vender”.

  • O seu maior risco no digital é ser genérico

    Muitos advogados têm medo de “se limitar” e acabam falando de tudo — e, no fim, não ficam conhecidos por nada. No digital, o genérico não vira referência. Vira ruído. Não é escolher um tema por moda. É escolher um recorte que você sustenta, domina e quer ser lembrado. Especificidade é o que transforma conteúdo…

  • A sua timidez custa caro e ninguém te avisa isso

    A sua timidez custa caro e ninguém te avisa isso. Timidez não é defeito. Mas, no digital, ela pode virar invisibilidade. E invisibilidade custa: oportunidades, convites, indicações, lembrança. Não é sobre mudar sua personalidade. É sobre criar um formato confortável: vídeos curtos, textos objetivos, frequência possível. Presença não exige extroversão. Exige estratégia.

  • Frases como “excelência” e “agilidade” na placa do advogado são permitidas pela OAB?

    Frases como “excelência” e “agilidade” na placa do advogado são permitidas pela OAB?

    Advogado pode usar frases persuasivas na placa do escritório? Veja o que a OAB permite e evite infrações éticas na publicidade jurídica.